Fundação Bahia participa de 11º Congresso Brasileiro do Algodão

Estande da fundação Bahia no 11º CBA

Inovação e rentabilidade na agricultura, esse foi o tema do 11º Congresso Brasileiro do Algodão, entre os dias 29 de agosto e 1° de setembro, que reuniu toda a cadeia produtiva do algodão, em Maceió. A Fundação Bahia, em parceria com a Embrapa, participou do evento com um estande de apresentação das novas variedades: BRS 430 B2RF, BRS 432 B2RF e BRS 433 FL B2RF, participação em minipalestras e apresentação do projeto: “Diagnóstico da ocorrência de Fitonematoides no cultivo do algodoeiro no Oeste da Bahia”, sendo um dos trabalhos premiados.

“Foi uma semana bastante produtiva, em que a nossa equipe fez um ótimo trabalho, com o fechamento maravilhoso da premiação da colaboradora Aline Fabris, com a conquista do primeiro lugar, na categoria de Melhor Trabalho Cientifico. O projeto foi voltado para nematoides, e coordenado pelo pesquisador Fabiano Perina”,  disse o diretor executivo Nilson Vicente.

Sobre o projeto premiado, o pesquisador da Embrapa, Dr. Fabiano Perina, ressalta a importância do trabalho para a cotonicultura regional, no sentido de direcionar medidas de manejo de nematoides e assegurar a sustentabilidade, em longo prazo, do algodoeiro e demais culturas componentes do sistema de produção na região.

A colaboradora Aline Fabris foi premiada com a conquista do primeiro lugar, na categoria de Melhor Trabalho Cientifico

11º CBA – O evento é promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) acontece a cada dois anos, com média de público de 1,5 mil participantes. Embora seja um evento realizado por cotonicultores, o CBA atrai todos os elos da cadeia produtiva. Em torno de 20 empresas do setor patrocinam o Congresso e aproveitam a oportunidade para apresentar seus portfólios. Nessa edição, o movimento de valorização da matéria-prima junto ao público consumidor, ‘Sou de Algodão’, ganhou destaque entre as campanhas institucionais da Abrapa. O presidente da Abrapa, Arlindo Moura, ressalta a meta de incrementar em dez pontos percentuais o consumo no Brasil nos próximos cinco anos. “O consumidor que conhece um pouco mais sobre a importância econômica e social da cultura do algodão, que sabe das vantagens da fibra natural para a saúde e para o conforto de quem usa, estabelece parâmetros de decisão. É aí que ganhamos espaço”, afirma.

Virgília Vieira
Jornalista – DRT 3787BA

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